quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Double Dutch

O filme Jump In!, um dos maiores sucessos do Disney Channel, lançado em 2007, apresentou um esporte ainda pouco difundido no mundo - o Double Dutch.

O longa conta a história de Izzy Daniels (Corbin Bleu, da trilogia High School Musical) - um adolescente do Brooklyn que está se preparando para se tornar campeão de boxe, afim de realizar o sonho de seu pai.

Porém, quando ele descobre o Double Dutch, acaba abandonando os ringues para fazer parte do grupo de sua vizinha Mary (Keke Palmer).



Conhecendo o Double Dutch

Double Dutch, ou salto de corda dupla, é um esporte em que uma (ou mais) pessoa salta entre duas cordas, que são movimentadas em círculos. Ele envolve pelo menos três pessoas: duas para girar as cordas e uma (ou mais) saltando. Durante a execução dos movimentos obrigatórios deste esporte, os atletas podem alternar com movimentos de ginástica ou dança, como foi o caso do filme Jum In!, que abusou do Hip Hop nas coreografias.


O fundador do Double Dutch é o norte-americano David A. Walker, que em parceria com seu colega, Ulysses Williams, em 1973, desenvolveu este jogo de rua e o levou a esporte de classe mundial. O primeiro campeonato ocorreu no dia 4 de fevereiro de 1974 e contou com a participação de cerca de 600 alunos de escolas norte-americanas.

Desde então, o esporte se expandiu com campeonatos regionais e nacionais e hoje é difundido no mundo inteiro. A Liga Americana de Double Dutch foi fundada por David Walker em 1974. Ele foi o presidente durante 18 anos e, em 1992, abandonou o cargo.

MUDANÇA


Há mais de dois meses que não posto nada aqui, gente!!! Tô passada. Não tava nada fácil conciliar estágio, faculdade, namorado, amigos, família... mas chega um momento em que precisamos nos dar um time e parar para refletir sobre tudo isso que acontece em nossas vidas ao mesmo tempo.

A pressão é sempre muito grande. Estava vivendo apenas para trabalhar e estudar
(workaholic total). Minha vida social foi para o ralo. Chegou ao ponto de passar finais de semana elaborando pautas e mais pautas e perdia uma linda tarde ensolarada no Rio de Janeiro. Mas, graças a Deus, isso acabou. Agora estou aprendendo a trabalhar para viver e não viver para trabalhar. Afinal, todos nós precisamos aproveitar a vida e tudo o que ela nos oferece de bom. E com certeza  se matando de trabalhar sem ter tempo para apreciar o desabrochar de uma flor, o sorriso de uma criança, um abraço amigo, um beijo apaixonado, não é o caminho.

Cada vez mais, empresas estão se conscientizando de que o funcionário deve VIVER BEM para TRABALHAR BEM. Aquele que pensa que trabalhar 12 horas  por dia significa tirar onda está muito enganado, além de fora de moda. O mundo está cada vez mais estressante, os congestionamentos maiores, o ar mais poluído, o planeta mais quente, os salários menores, crise financeira mundial... e você vai continuar insistindo em trabalhar até se matar? VIVA A VIDA!
 
Volta por cima










Porém, muita coisa aconteceu. Mudei de estágio, estou mais feliz do que nunca, fazendo o que eu gosto (jornalismo, claaaaro) e tenho muitas novidades para este blog. Que 2010 venha com tudo. Este será o ano da virada. Eu juro. Bjus ^^

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Agora sim a lua falta um pedaço

Na última sexta-feira (09/10), cientistas da NASA lançaram um foguete que atingiu a lua a uma velocidade de mais de 9 mil km/h. Eles disseram que o objetivo da missão era encontrar vestígios de água no satélite natural da Terra. Gente, é o cúmulo da falta do que fazer. Isso é um absurdo! A corrida espacial voltou em versão 2.0.

Não bastasse o que já estamos fazendo com o nosso planeta, agora eles querem fazer o mesmo com a coitada. É brincadeira. Quem me deu a notícia foi a minha mãe, e eu disse na hora “Que isso! Isso é impossível”. Tive de entrar na internet, e checar nos sites de notícias para ver se era verdade. A decepção veio em segundos. Nada contra eles fazerem pesquisas, mas daí começarem a destruí-la?!

Aí, vieram com aquele discurso eufemista dizendo que era por uma boa causa, porque, se descobrirem água lá, isso pode ser uma fonte reserva para a Terra no futuro... Primeiro, temos é que pensar em salvar o planeta e não ficar dependendo da probabilidade de ter água em outro lugar. E nas consequências? Será que eles não pensaram? Tinha gente até achando que essa onda de chuvas, tsunamis e terremotos tinha alguma ligação com tudo isso. Agora, quando alguém chegar perto de você e disser “A Lua é boa, mas falta um pedaço” você pode completar, dizendo “Graças à NASA”.

 
Por um mundo melhor:
http://www.greenpeace.org.br

domingo, 11 de outubro de 2009

"Maysa - Quando Fala o Coração"

Em 2001, a Rede Globo levava ao ar a minissérie “Presença de Anita”, escrita por Manuel Carlos. A história era super intrigante e envolvente. Trazia o enredo de um escritor, Fernando, que se apaixonou loucamente por uma ninfeta, Anita, que também despertara o primeiro amor do jovem rapaz, Zezinho. Assim, formavam o triângulo amoroso que deu vida à trama.

Foi quando conheci o trabalho de Maysa Figueira Monjardim (ou Matarazzo) ou, simplesmente, Maysa. A abertura da minissérie, além de muito bem bolada, trazia uma voz. Aquela voz me fascinou. Interpretando o sucesso em francês, “Ne me quitte pas”, Maysa prendeu a atenção dos telespectadores, inclusive a minha. Desde então, comecei a pesquisar sobre a cantora.

Os anos se passaram e, em janeiro deste ano, (oito anos depois) a Rede Globo estreou outra minissérie. Desta vez, tratava-se de uma obra da vida da própria. “Maysa - Quando Fala o Coração”, também escrita por Maneco, foi dirigida por Jayme Monjardim, filho dela.

A minissérie trazia a história da vida desta maravilhosa artista brasileira que nos deixou, em 1977, num trágico acidente automobilístico, na Ponte Rio-Niterói. Maysa tinha apenas 40 anos e o pequeno Jayminho ficou órfão de pai e mãe.

Para homenagear esta espetacular artista, vou postar um de seus maiores sucessos:

Ne Me Quitte Pas
Jacques Brel
Ne me quitte pas
Il faut oublier
Tout peut s'oublier
Qui s'enfuit déjà
Oublier le temps
Des malentendus
Et le temps perdu
À savoir comment
Oublier ces heures
Qui tuaient parfois
À coups de pourquoi
Le coeur du bonheure
Ne me quitte pas (x4)

Moi je t'offrirai
Des perles de pluie
Venues de pays
Où il ne pleut pas
Je creuserai la terre
Jusqu'après ma mort
Pour couvrir ton corps
D'or et de lumière
Je ferai un domaine
Où l'amour sera roi
Où l'amour sera loi
Où tu seras reine
Ne me quitte pas (x4)

Ne me quitte pas
Je t'inventerai
Des mots insensés
Que tu comprendras
Je te parlerai
De ces amants là
Qui ont vu deux fois
Leurs coeurs s'embrasser
Je te raconterai
L'histoire de ce roi
Mort de n'avoir pas
Pu te rencontrer
Ne me quitte pas (x4)

On a vu souvent
Rejaillir le feu
De l'ancien volcan
Qu'on croyait trop vieux
Il est paraît-il
Des terres brûlées
Donnant plus de blé
Qu'un meilleur avril
Et quand vient le soir
Pour qu'un ciel flamboie
Le rouge et le noir
Ne s'épousent-ils pas
Ne me quite pas (x4)

Ne me quite pas
Je ne veux plus pleurer
Je ne veux plus parler
Je me cacherai là
À te regarder
Danser et sourire
Et à t'écouter
Chanter et puis rire
Laisse-moi devenir
L'ombre de ton ombre
L'ombre de ta main
L'ombre de ton chien
Ne me quitte pas (x4)